Em 4 aulas práticas você entende por que as suas vendas ainda dependem de sorte — e sai com o sistema desenhado no papel, pronto para colocar de pé no seu projeto.
✓ Acesso imediato após a compra · Templates para preencher e aplicar no seu projeto
Você não sabe por onde começar. Adia o lançamento do seu primeiro infoproduto porque acha que ainda não está pronto — e a ideia continua na gaveta, mês após mês.
Você entende com qual produto começar, como desenhar o caminho do cliente até a compra e por que não precisa de 10 mil seguidores para fazer a primeira venda.
Você faz de tudo — stories, reels, aquecimento — mas não dá para saber o que traz dinheiro. Um mês fatura R$10 mil, no outro R$800. É montanha-russa, não é negócio de verdade.
Você enxerga exatamente onde estão os pontos fracos das suas vendas — e recebe o esquema que transforma esse caos em um sistema que você controla.
Você é editor, designer ou social media. Faz o trabalho, ganha um fixo — e vê o expert faturar alto em cima do que você entregou. Bateu no teto e não sabe como subir.
Você entende como um sistema de vendas funciona por dentro — e para de vender tarefa avulsa. Passa a oferecer resultado, como quem constrói o sistema. Outro patamar de ganho.
Cada aula termina com uma tarefa que você aplica no seu projeto.
Você sabe qual é o próximo passo — e para de travar sem saber o que fazer
A sua primeira venda prova que o sistema funciona — o resto é repetir
Você para de pular de conselho em conselho e segue um caminho só
Você sabe por que uma venda aconteceu — e como repetir
Configura uma vez e o sistema segue trabalhando — trazendo resultado todo dia
Cada tarefa usa os dados do seu projeto — você termina a imersão com material pronto para aplicar.
Double Sales = autofunil + lançamentos. Não é "ou", é "e": vendas no automático todo dia, e grandes lançamentos sobre a base que o funil já aqueceu.
Você já tentou de tudo — cursos, reels, aquecimentos, funis. Um expert diz uma coisa, o outro diz o contrário. Você troca de ferramenta e o resultado é sempre o mesmo. São estes 3 erros que explicam isso.
Todo mundo diz "posta mais conteúdo". Mas conteúdo é a última etapa, não a primeira — postar sem estratégia é como chamar convidados para o jantar sem ter comprado a comida. Muito movimento, resultado zero.
Contrata um especialista para cada parte: social media, copy, edição. Cada um faz a sua, ninguém enxerga o todo. No fim tem funil, tem automação — e mesmo assim nada vende. Como um telefone de brinquedo: parece de verdade, mas não funciona.
O lançamento clássico queima a audiência. O autofunil na fórmula antiga rende cada vez menos. Os dois isolados já não seguram as vendas — o mercado mudou, e você precisa se adaptar.
Você juntou muito conteúdo grátis e acha que já dá para montar por conta própria — sem curso, sem ajuda. Mas juntar informação solta não é ter um sistema: sem a ordem certa, você fica girando na operação, sem sair do lugar.
Você é a cara do projeto — a responsabilidade é sua. O produtor faz um lançamento e vai embora; você fica com os compromissos e a audiência queimada. Divide o lucro, mas o problema continua todo seu.
Você troca o sistema por mais um curso de ferramenta que promete o mágico — "reels de um milhão de views", o hack da vez. Mas ferramenta solta é tijolo sem alicerce: sem o sistema embaixo, não há onde assentar. Primeiro a estrutura, depois os detalhes.

Ajudo experts a criar e vender infoprodutos
Crio sistemas de vendas para experts que cansaram do caos e querem estabilidade. Trabalho com autofunis e lançamentos — o ciclo completo, do posicionamento às vendas.
Em 7 anos, ajudei mais de 100 experts a construir sistemas que trazem dinheiro sem burnout — com projetos na Rússia, na Europa e nos Estados Unidos. E agora, também aqui no Brasil.
26 casos reais, com números reais. Toque em um card para ler a história completa.
A Anastasia trabalha com edição profissional de fotos e ensina retoque. O primeiro lançamento dela, uma mentoria de ticket alto, eu fiz em parceria com outra produtora — para uma audiência pequena, mas muito quente. E aconteceu algo que eu nunca tinha visto na minha carreira: 100% de conversão dos stories para a live de vendas. A turma de 20 vagas deu sold out, e quem ficou de fora garantiu vaga na turma seguinte por pré-venda.
Perfil pequeno tem um superpoder: quem acompanha é extremamente leal.
Por isso, com a estratégia certa, faturar mais com 1.000 seguidores do que quem tem 10.000 deixa de ser milagre — foi exatamente o que aconteceu aqui.
− Fechar o casoO Nikita é referência em investimentos em cripto, mas no digital ele não existia: nenhum perfil, nenhum seguidor, nenhuma ideia de como se faz um infoproduto. Montei a estrutura inteira do zero — esteira de produtos, funil automático e lançamento ao vivo — e ensinei o próprio Nikita a ser infoprodutor. Deu certo, e rápido: a primeira venda no automático veio 26 dias depois de começarmos a trabalhar juntos — partindo do zero absoluto
. Um mês depois veio o primeiro lançamento ao vivo, vendendo para a base que o funil tinha acabado de captar.
O Double Sales funciona para quem começa sem audiência: o público frio que chega pelo orgânico compra e vira seguidor ao mesmo tempo.
− Fechar o casoA Victoria sempre se viu como quem faz, não como quem ensina. Mas o direct foi enchendo de mensagens de iniciantes e colegas pedindo que ela compartilhasse o que sabe. Ela foi adiando, porque tinha medo de não dar conta: nunca tinha ensinado ninguém na vida — e, quando criou coragem, travou no operacional. Fizemos 3 consultorias: o passo a passo para tirar o curso do papel, a condução da turma sem se esgotar e a análise do que ajustar na rodada seguinte.
A primeira turma foi limitada de propósito a 10 vagas; na segunda, alunos da primeira viraram os tutores.
A segunda turma fechou com 37 alunos — o máximo que a Victoria já tinha faturado de uma vez só.
− Fechar o casoA Nina, como muitos experts apaixonados pelo que fazem, tentava colocar no curso dela de social media o máximo de conteúdo possível. Um produto em que o expert tenta encaixar tudo o que sabe é difícil de vender e mais difícil ainda de entregar: cada turma custava à Nina um esforço enorme. Montamos juntas a base do sistema Double Sales — um funil automático e um produto de entrada, de preço acessível — e cortamos do curso tudo o que não levava o aluno a vender no Instagram.
A preparação de cada lançamento caiu de 6 semanas para 2 — e o produto de entrada passou a vender sozinho, o ano inteiro.
− Fechar o casoA Mariya comanda uma escola online de profissões digitais e uma agência que cuida dos infoprodutos e dos lançamentos de famosos. Foi nesse time que eu trabalhei — o time de um dos maiores nomes do mercado, com uma audiência na casa dos milhões. Ali conduzi o ciclo completo, do conceito à entrega final: funis automáticos e lançamentos ao vivo, respondendo tanto pelo produto quanto pelas vendas. Foi esse trabalho lado a lado que me deu uma experiência que não dá para conseguir sozinha.
7 produtos criados em 4 meses, cada um levado da ideia à turma concluída.
− Fechar o casoQuando a Anna me chamou, ela já tinha um produto no ar e um conteúdo forte — e a sensação de que aquilo podia render mais do que rendia. Quando destrinchamos o produto, a resposta apareceu: o problema não era o conteúdo, era a ordem — porque conhecimento também precisa ser entregue na sequência certa. Reorganizamos a estrutura do curso, os pacotes e o posicionamento — e, como o produto dela é mais serviço do que infoproduto, preparamos scripts de vendas para a venda um a um, sem automatizar nada.
O produto é o mesmo, a expert é a mesma — mas o preço triplicou, e o público que chega agora não se assusta com ele.
− Fechar o casoA Anna já ensinava — mas só em aulas individuais, um formato que exige dedicação total a cada aluno, pesado para quem, além de ensinar, continua trabalhando na área. Ela me procurou querendo um negócio de verdade, não uma rotina sem fim. Transformei o produto que ela já tinha em um curso em grupo, a venda manual virou venda automática — e parte das vendas passou para um lançamento fechado, feito só para a lista que o próprio funil captou: 74 pessoas em 7 semanas.
Antes, cada venda dependia do tempo e da presença da Anna; agora a captação roda sozinha, e é ela quem decide quando abrir turma — e de que tamanho.
− Fechar o casoFui aluna da primeira turma do curso de lançamentos da Mari — o mais famoso da Rússia, o "6 em 7" de lá. Na segunda turma, eu já estava do outro lado: entrei no time da reformulação para auditar a primeira turma inteira. O ajuste principal foi alinhar o que o produto mostra por fora com o que ele entrega por dentro: entram alunos mais certos para o curso, e mais gente chega ao fim. A segunda turma teve 5 vezes menos pedidos de reembolso, e a taxa de conclusão subiu de 57% para 83%.
Cheguei como contratada para auditar o curso e saí convidada como expert — hoje há materiais autorais meus entre as aulas do produto dela.
− Fechar o casoA Elena é empreendedora do setor de beleza e vende franquia de salão: um modelo montado para colocar o salão no lucro em cerca de 6 meses, quando o caminho comum leva de 1 a 2 anos. Para não explicar tudo de novo a cada pessoa que comprava, ela decidiu criar um curso que vai junto com a franquia. Foi aí que eu entrei — porque franquia também é conhecimento empacotado, ou seja, um infoproduto, e valem as mesmas regras de um sistema de vendas digital.
Quem comprava da Elena levava o pacote completo — e, junto, o curso que ensina a fazer tudo aquilo funcionar. Na época, ninguém no nicho dela entregava esse conjunto.
− Fechar o casoIdeias a Victoria tinha de sobra — e fazia mais de um ano que continuavam só ideias. Sozinha, era difícil enxergar por onde começar e em que ordem fazer cada coisa — então ela adiava, se angustiava e travava o lançamento. No fim, foi mais simples do que parecia: bastaram algumas horas de call para transformar as ideias soltas num conceito estruturado e num plano passo a passo. Do primeiro contato à estratégia pronta, foram só 12 dias — a execução ficou com o time dela, comigo validando cada material-chave.
As 50 vagas esgotaram em 2 horas. O único arrependimento da Victoria? Ter deixado essas ideias paradas por mais de um ano.
− Fechar o casoPor que um profissional de marketing contrataria outro? Simples. Quando você está à frente do próprio projeto sem um time, acaba se dividindo em vários papéis — dá para acumular todas essas funções, o que não dá é se aprofundar em todas. O Aleksandr resolveu isso na raiz: ficou só com a parte que ninguém pode fazer no lugar dele — ser a cara do projeto — e os bastidores, ele deixou comigo. O produto não ficou mediano, o lançamento não saiu às pressas e ninguém terminou desgastado — nem ele, nem a audiência.
Um projeto pontual virou trabalho contínuo: parceria em vez de concorrência.
− Fechar o casoA Anna é uma das principais artistas de nail art da Rússia e da Europa — mas nunca achava tempo para lançar o próprio curso: a agenda de clientes engole os dias, e o projeto fica adiado para um "algum dia" que nunca chega. Criamos o curso do zero e lançamos para a audiência que ela já tinha — um perfil pequeno, num nicho bem específico. Vendeu tão bem que montamos um segundo produto, mais barato, para alimentar o funil — e o curso principal virou carro-chefe dos lançamentos ao vivo.
Logo no primeiro lançamento, ela faturou o equivalente a 4 meses do que costumava ganhar atendendo clientes.
− Fechar o casoA Marina é autora de um curso de yoga facial em inglês, mora em Dubai e vende para alunos do mundo inteiro. Ela começou pelo caminho dos lançamentos tradicionais e se cansou rápido: conteúdo nunca foi o foco dela, a audiência quase não se renovava — e cada lançamento vinha mais fraco que o anterior. O problema não estava na execução: estava no modelo. Trocamos os lançamentos pelo funil automático com tráfego frio, o famoso perpétuo — e ele passou a vender sem data marcada nem live na agenda.
Logo no primeiro mês no ar, o funil faturou 1,5x o melhor lançamento que ela já tinha feito.
− Fechar o casoO Bogdan e o time dele já tinham rodado várias turmas da mentoria quando ele me procurou: queria feedback sobre o conteúdo e um caminho para escalar o produto. Ajustei a estrutura e mostrei ao Bogdan, na prática, como conduzir a turma — porque conteúdo e forma de ensinar pesam igual: é essa base que sustenta funis fortes e lançamentos grandes. Depois, partimos para a escala: organizamos a esteira de produtos e montamos uma rede de 5 funis automáticos para aproveitar ao máximo os leads que chegam pelo orgânico.
No primeiro mês, a rede já tinha entregado a meta do trimestre inteiro.
− Fechar o casoA Alisa é modelo, conhecida na Estônia — finalista da versão estoniana do "The Bachelor", o famoso reality americano de relacionamentos. Depois da TV, a audiência dela cresceu rápido, e as pessoas começaram a pedir que ela criasse um produto próprio. Só que a Alisa não tinha uma especialidade para ensinar — nem ela sabia que produto poderia criar: ninguém queria aprender a ser modelo; o que a audiência queria era a personalidade dela.
Então montamos uma mentoria com a Alisa no centro e especialistas convidados de áreas próximas — psicologia, sexologia, arteterapia.
A audiência que chegou pela TV virou turma paga de mentoria — sem a Alisa precisar inventar uma especialidade que não tinha.
− Fechar o casoA Albina é especialista em social media e dona da própria agência. Ela conduziu a primeira turma do curso sozinha, no formato de mentoria, e saiu dali com uma certeza: não queria repetir aquilo, porque tinha virado refém da própria mentoria — cada turma nova consumia meses de encontros ao vivo, e nunca sobrava tempo para criar o formato que a libertaria. Foi esse caos que a gente pegou e transformou em sistema: um funil automático que vai enchendo a lista, o funil do lançamento ao vivo e o produto reorganizado num formato escalável.
A segunda turma, a Albina lançou e conduziu sozinha — com leveza, sem sustos.
− Fechar o casoA Ksenia criou o próprio produto e já tinha lançado várias vezes com o time dela. O sistema até funcionava, mas lead sumia sem explicação, o funil queimava o orçamento de tráfego pago e, mesmo com um produto bom, vinha pedido de reembolso demais. Trocaram de gestor de tráfego achando que a causa estava ali. Não estava: a falha era estrutural. Montei o rastreamento do funil inteiro, enxerguei onde e por que ele perdia gente e entreguei o plano de correções para o time.
2 semanas depois, a conversão do funil inteiro tinha subido de 2% para 8% — e olha que o plano ainda nem tinha sido implementado por inteiro.
− Fechar o casoApresentadora conhecida do maior canal de TV da Rússia, a Yulia Zimina resolveu transformar o que sabe de atuação e oratória em um curso online. O produto tinha que ter a cara dela — mostrar a Yulia em ação, no papel em que o público já estava acostumado a vê-la. Então, em vez das aulas tradicionais, criei o curso como um talk show com entrevistas — e a venda aconteceu em uma série de 3 webinars, com público orgânico e tráfego pago rodando ao mesmo tempo.
Os 3 webinars responderam por 82% das vendas — o restante, o time comercial fechou nos 3 dias seguintes.
− Fechar o casoA Enzhe é médica integrativa; o carro-chefe dela é um curso de 2 meses sobre o sistema digestivo. Nem sempre me chamam porque algo deu errado — às vezes é o contrário: deu tão certo que a pessoa não dá mais conta sozinha. Foi o caso da Enzhe: criou e lançou o produto sozinha, lotou a turma — e, quando as aulas começaram, o tempo dela deixou de ser suficiente: os alunos se perdiam no meio do curso, e os pedidos de reembolso aumentavam a cada dia.
Entrei com as aulas já rodando: ajustei o conteúdo, assumi a condução do dia a dia e deixei tudo documentado para as turmas seguintes.
A turma que começou em crise fechou com 87% de conclusão — e os pedidos de reembolso praticamente sumiram.
− Fechar o casoO Askar é empreendedor digital e expert com muitos anos de experiência: centenas de pessoas já passaram pelo curso dele. Situação boa, né? Só que casos assim costumam estagnar: sem fôlego novo, o projeto enfraquece — o público se acostuma, e o que já é conhecido para de chamar atenção. O trabalho foi, na prática, criar um curso novo sem jogar fora o que funcionava — um produto feito para o público de hoje e para o Askar de hoje.
Logo no primeiro lançamento, o Askar faturou o dobro do que os lançamentos dele costumavam trazer.
− Fechar o casoAntes, a Darya ensinava só na mentoria individual — 7 alunos, um por vez: um formato com teto, em que a agenda chega ao limite muito antes da renda. Veio a vontade de escalar. Só que mudar tudo de uma vez é arriscado: se der errado, ninguém descobre qual peça falhou. Então fomos por etapas: primeiro uma turma como mentoria em grupo, depois o curso gravado, aberto para mais alunos — e só então o Double Sales inteiro, com a esteira de produtos e o funil completos.
De 7 alunos atendidos um a um para 45 vagas abertas no lançamento seguinte — cada etapa comprovada antes da próxima.
− Fechar o casoO Yuri já tinha anos de mercado e resultados fortes de clientes — mas nunca tinha lançado um infoproduto próprio. Achava que o nicho já estava cheio demais para ele se destacar. O que ele queria era claro: um produto num formato fora do padrão — que chamasse atenção sem virar espetáculo e continuasse ensinando de verdade. Assim nasceu o Target Camp: um acampamento transformado em curso, com encontros semanais em volta da fogueira e monitores no lugar de tutores.
E o nicho "cheio demais" respondeu na hora.
Foram 241 pessoas na lista de espera para 40 vagas; as vagas esgotaram, e a fila já deixou garantida a turma seguinte.
− Fechar o casoA Olga chegou até mim pela produtora dela: precisavam de uma estratégia de vendas no método Double Sales para o curso de astrologia. Depois da primeira call, montei o plano inteiro: o que vender, como vender, para quem e com que conteúdo atrair as pessoas. Com essa estratégia na mão, as duas já passaram de 3 lançamentos — e continuam lançando sem mim. E o mais importante: quem não compra na hora continua sendo aquecido pelo conteúdo e volta nos lançamentos seguintes
, enquanto o orgânico renova a base sem gastar com anúncios.
Até aqui, cada lançamento veio, em média, 1,4x o anterior.
− Fechar o casoReferência na dança em salto alto, a Elena já tinha vários cursos online lançados quando ela e o time me pediram um olhar de fora sobre o funil e a esteira de produtos. O que travava as vendas não eram erros grandes: eram duas coisas que quase ninguém revisa — os caminhos de retorno para quem sai do funil antes de chegar à oferta, e a relação com a base, que precisa de um aquecimento planejado, não de "alguma coisa" toda semana.
Corrigimos os dois: o trabalho durou 2 semanas, mais 2 acompanhando a implementação.
E ainda dentro dessas 2 semanas de acompanhamento, as vendas já tinham subido 134%.
− Fechar o casoEm nichos ligados à saúde, é difícil sair do trabalho um a um para um produto em turma: cada pessoa chega com uma situação própria e precisa ser acompanhada de perto. E o gargalo para escalar era a própria Irina: o tempo e a energia dela, que têm limite. Tiramos o método da cabeça dela, montamos um time de tutores com formação na área da saúde e abrimos a nova turma com dois planos: em grupo, com acompanhamento de tutor, ou individual, com a própria Irina.
O plano com tutor foi o primeiro a esgotar.
A primeira turma fechou com 40 pessoas no grupo e 5 na mentoria individual — exatamente o que ela tinha planejado.
− Fechar o casoA Ksenia é sexóloga, tem MBA e se comunica nas redes de um jeito provocativo, sem filtro — e os produtos dela seguem a mesma linha: técnicas íntimas para homens e mulheres. Criar e vender um produto desses copiando o que todo mundo do mercado faz não funciona — o assunto é delicado demais. Começamos pela base — esteira de produtos, funil automático, plano do lançamento — e só depois veio a parte criativa: apresentar os produtos sem cair na vulgaridade, a partir de valores como amor, conexão do casal e feminilidade.
Da estruturação inteira até o lançamento no ar, foram só 3 semanas — batendo 6 dígitos.
E fechou faturando 2,6 vezes a meta que a gente tinha definido.
− Fechar o casoSe você aplicar só 10% do que aprende aqui, já paga o investimento.
Acesso imediato · Garantia de 10 dias
Devolvo 100% se não valer a pena.